Como evitar piolhos e lêndeas? Dicas de prevenção e tratamento

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Como evitar piolhos e lêndeas? Dicas de prevenção e tratamento

por: Renan herculano & Adriana silva

Uma preocupação comum de pais e mães com crianças em idade escolar é saber como evitar piolhos e lêndeas. Pudera: é justamente no contato com coleguinhas infectados que esse problema costuma aparecer.

O nome técnico para o incômodo é pediculose. Os sintomas mais comuns são coceira intensa e machucados no couro cabeludo. Ínguas também podem aparecer atrás das orelhas e na nuca. Porém, não há motivo para desespero. Com algumas medidas simples, é possível prevenir o surgimento desses parasitas na cabecinha do seu filho.

As crianças são as principais vítimas dos piolhos e lêndeas. (Foto: Divulgação)

Descubra como evitar piolhos e lêndeas nas crianças

A cena não é novidade para ninguém: quando a criança aparece reclamando de coceira na cabeça, é sinal de que pode estar com piolhos, aqueles bichinhos pretos que caminham pelo couro cabeludo. É comum, ainda, encontrar lêndeas, os ovos do parasita, que podem ser identificados como pontinhos brancos.

A maneira mais comum de contágio da pediculose é por meio de contato direto com pessoas infectadas. Por isso, meninos e meninas são alvos tão fáceis, já que dividem a sala de aula, brincam juntos na hora do recreio e, às vezes, inclusive compartilham objetos pessoais.

A boa notícia é que algumas medidas simples ajudam a evitar o coça-coça. Confira a seguir o que você pode fazer para manter seu pequeno longe de piolhos e lêndeas.

1 – Pergunte à escola se há perigo de contágio

Como a pediculose é transmitida por contato, sempre é bom saber se há casos identificados na escola. Converse periodicamente com a professora. Também peça à diretoria que informe aos familiares sobre possíveis situações em que as crianças tenham sido expostas a alguém com piolho.

Lembre-se que os parasitas podem sobreviver até 30 dias no corpo humano. Já as lêndeas costumam viver até duas semanas. Portanto, não trate episódios passados como casos isolados.

2 – Dê um tempo nas atividades em grupo

O contato físico entre as crianças é responsável pela transmissão. (Foto: Divulgação)

Pode parecer cruel, mas mesmo um abraço durante uma brincadeira é suficiente para a transmissão dos bichinhos. Não há como evitar piolhos e lêndeas se a turma adora queimada ou pega-pega, por exemplo. Logo, se um surto de pediculose for confirmado, o melhor a fazer é prevenir o contato físico entre as crianças.

3 – Evite o compartilhamento de objetos

Os piolhos não se fixam apenas na cabeça. É possível encontrá-los nas roupas e em acessórios como chapéus, bonés, toalhas, lençóis, fronhas, escovas de cabelo ou pentes. Sendo assim, não deixe que seu filho utilize objetos de coleguinhas infectados. Caso a criança empreste alguma peça, certifique-se de higienizar esse item corretamente.

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4 – Recorra ao pente fino

Para essas situações, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda pentear os cabelos com pente fino. Mesmo após o uso de medicamentos para exterminar piolhos, como shampoos especiais, algumas lêndeas podem permanecer no couro cabeludo e eclodir, dando origem a novos parasitas.

Ou seja, antes que a coceira e as feridas apareçam, é importante pentear as madeixas da criança à procura de pontos brancos ou pretos, especialmente perto da raiz dos fios.

Lave a cabeça da criança com um shampoo especial contra piolhos. (Foto: Divulgação)

Viu como evitar piolhos e lêndeas pode ser simples? Se você tem outras dicas, não se esqueça de deixar um comentário.

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